Ambientalismo

Fotografia Ambiental para mim, como funciona?

Fotografia Ambiental para mim, como funciona?

29 de ago. de 2019

O que é Fotografia Ambiental?

Fotografia Ambiental é o hábito de representar organismos e o meio ambiente em que vivem de maneira única. Cada fotógrafo traz sua própria essência a essa prática, produzindo fotos realistas, ultra realistas, macro ou artísticas, que é a minha área de atuação. Nossa função é eternizar momentos e lugares de uma forma singular e diferente.

Por que comecei na fotografia ambiental?

Quando eu era criança, não era uma criança comum. Eu não era sociável e preferia ficar mais isolado. Quando tentava socializar, acabava sendo excluído. Com o tempo, me retraí ainda mais e tive menos de dois amigos ou nenhum durante os períodos escolares. Próximo ao ensino médio, desenvolvi uma amizade com um grupo forte, com o qual mantenho contato até hoje com alguns. Voltando à minha infância, eu passava muito tempo em casa assistindo National Geographic, Animal Planet e History Channel desde os 3 anos de idade. Isso despertou em mim um interesse que mais tarde me faria tornar um fotógrafo ambiental.

Na fotografia ambiental, você não pode ser um fotógrafo relaxado. É necessário ter paciência para passar horas curvado, buscando aquela fotografia perfeita. Você pode entrar em lagos e rios, rastejar na lama, e até mesmo enfrentar chuvas — desde que tenha equipamentos de proteção, o que ainda não é o meu caso. Além disso, há o frio extremo que podemos enfrentar em certas regiões mais baixas ou altas. E na natureza, se você não souber onde pisa, pode acabar voltando para casa em um caixão. Assistir aos fotógrafos e cinegrafistas arriscando suas vidas em áreas remotas ou densas florestas despertou em mim uma grande paixão por essa área.

Hoje, os lugares que frequento não apresentam grande risco à minha vida, mas já entrei em rios, enfrentei frio extremo, passei horas agachado e rastejei em cascalho lamacento — tudo isso por pura paixão de capturar o momento único que estava testemunhando.

Se você é fotógrafo ambiental, pode atuar em qualquer outra área da fotografia. Atualmente, sou um fotógrafo geral, atuando em ensaios fotográficos, fotografia empresarial, de produtos, veículos, entre outras áreas. Para mim, a fotografia é uma forma de expressar uma linguagem que não existe no mundo moderno e que, muitas vezes, é interpretada de forma errada pelas pessoas comuns.

Já corri algum risco na natureza?

Riscos todos nós corremos todos os dias, mas sim, já passei por situações perigosas. Já corri o risco de ser atacado por vacas em propriedades privadas nas quais tive acesso, além de entrar em áreas com forte presença de serpentes, como a cascavel de chocalho e a cobra coral. Também estive em regiões onde onças-pintadas foram avistadas. Esses, sem contar os riscos menores, como ser picado por escorpiões em épocas de seca, contrair doenças transmitidas por mosquitos que aparecem no fim da tarde, ser atacado por enxames de abelhas ou marimbondos, ou até mesmo sofrer ataques de aranhas peçonhentas, como a aranha-marrom.

Na natureza, se você não souber onde está pisando ou como se mover pelas regiões, você corre riscos reais. Isso é especialmente perigoso se não souber quais medicamentos levar para emergências, dependendo do local, além dos equipamentos de comunicação e a vestimenta adequada.

Normalmente, quando vou para a natureza, uso um fardamento completo do Exército Brasileiro, com coturno, balaclava e luvas nas mãos, protegendo 100% do corpo, deixando apenas os olhos à mostra.

Ah, e a cor da vestimenta também influencia o quanto você suportará durante o trajeto, então, fiquem atentos a isso.

O que é Fotografia Ambiental?

Fotografia Ambiental é o hábito de representar organismos e o meio ambiente em que vivem de maneira única. Cada fotógrafo traz sua própria essência a essa prática, produzindo fotos realistas, ultra realistas, macro ou artísticas, que é a minha área de atuação. Nossa função é eternizar momentos e lugares de uma forma singular e diferente.

Por que comecei na fotografia ambiental?

Quando eu era criança, não era uma criança comum. Eu não era sociável e preferia ficar mais isolado. Quando tentava socializar, acabava sendo excluído. Com o tempo, me retraí ainda mais e tive menos de dois amigos ou nenhum durante os períodos escolares. Próximo ao ensino médio, desenvolvi uma amizade com um grupo forte, com o qual mantenho contato até hoje com alguns. Voltando à minha infância, eu passava muito tempo em casa assistindo National Geographic, Animal Planet e History Channel desde os 3 anos de idade. Isso despertou em mim um interesse que mais tarde me faria tornar um fotógrafo ambiental.

Na fotografia ambiental, você não pode ser um fotógrafo relaxado. É necessário ter paciência para passar horas curvado, buscando aquela fotografia perfeita. Você pode entrar em lagos e rios, rastejar na lama, e até mesmo enfrentar chuvas — desde que tenha equipamentos de proteção, o que ainda não é o meu caso. Além disso, há o frio extremo que podemos enfrentar em certas regiões mais baixas ou altas. E na natureza, se você não souber onde pisa, pode acabar voltando para casa em um caixão. Assistir aos fotógrafos e cinegrafistas arriscando suas vidas em áreas remotas ou densas florestas despertou em mim uma grande paixão por essa área.

Hoje, os lugares que frequento não apresentam grande risco à minha vida, mas já entrei em rios, enfrentei frio extremo, passei horas agachado e rastejei em cascalho lamacento — tudo isso por pura paixão de capturar o momento único que estava testemunhando.

Se você é fotógrafo ambiental, pode atuar em qualquer outra área da fotografia. Atualmente, sou um fotógrafo geral, atuando em ensaios fotográficos, fotografia empresarial, de produtos, veículos, entre outras áreas. Para mim, a fotografia é uma forma de expressar uma linguagem que não existe no mundo moderno e que, muitas vezes, é interpretada de forma errada pelas pessoas comuns.

Já corri algum risco na natureza?

Riscos todos nós corremos todos os dias, mas sim, já passei por situações perigosas. Já corri o risco de ser atacado por vacas em propriedades privadas nas quais tive acesso, além de entrar em áreas com forte presença de serpentes, como a cascavel de chocalho e a cobra coral. Também estive em regiões onde onças-pintadas foram avistadas. Esses, sem contar os riscos menores, como ser picado por escorpiões em épocas de seca, contrair doenças transmitidas por mosquitos que aparecem no fim da tarde, ser atacado por enxames de abelhas ou marimbondos, ou até mesmo sofrer ataques de aranhas peçonhentas, como a aranha-marrom.

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